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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Crítica de Leitor: «Setembro»

 «Após o rapto da irmã e da última tragédia, Cal perde a esperança de voltar a ter a sua vida como antes. Mas um milagre acontece e Cal ganha forças para enfrentar os seus inimigos. A esperança é a última a morrer e os milagres acontecem. Cal assim acredita desde o início do ano e continuar ainda vivo, mesmo depois do que tem passado, é de facto um milagre. Cal crê que foi a Oriana que esteve envolvida no rapto da irmã. Decide juntar-se ao seu amigo Boges e arranjar um plano para obter mais informações. Com algum esforço, introduzem uma escuta na casa de Oriana. Pretendem descobrir a localização da Jóia e do Enigma, mas será que conseguem? Não será fácil e, se for descoberto, Cal poderá arriscar mais uma vez a sua vida. O desespero para recuperar a sua vida e voltar para junto da sua família dá lhe coragem para se aventurar, pois o tempo que lhe resta é cada vez menos.
Conspiração 365 – Setembro é mais um volume surpreendente da série Conspiração 365 da autoria de Gabrielle Lord.
Neste volume os perigos e as perseguições continuam a atormentar a vida de Cal. A autora traz-nos momentos emocionantes e completamente imprevisíveis, sempre com muita acção e suspense. Todas as personagens que surgiram ao longo da série têm se revelado aos poucos, de forma cativante e intrigante. Desta vez, a Winter desvenda-nos um pouco mais a sua vida e a morte dos seus pais. Cal está cada vez mais maduro, ágil e perspicaz, tem sido muito agradável seguir o seu crescimento.
A escrita é fluída e contagiante, sempre com um ritmo vertiginoso.
A contagem decrescente continua e, nesta fase, o leitor fica cada vez mais curioso com o desfecho da série. Resta-me esperar pelo próximo mês de Outubro.
Recomendo.»

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Excerto: Setembro

«00h00
A tremer, com os dedos sem forças e entorpecidos, regressei a cambalear para a margem pedregosa, perto
da ponte, e deixei-me cair no chão.
Um véu turvo abateu-se sobre os meus olhos ao fitar o rio sombrio com uma sensação de impotência.
Estava em estado de choque. Perdera a minha irmã.
Perdera-a.
Na busca desesperada pela Gabbi, havia-me esquecido por completo dos sequestradores e dos meus amigos. Olhei para cima, para a ponte, à procura de sinais de movimento, mas não conseguia ver nada.
Era como se naquele momento eu fosse o único ser à face da terra, sentado, sozinho, nas margens de um rio bravio que acabara de me roubar a minha irmãzinha.
Voltei as atenções mais uma vez para a água.
De repente, algo chamou-me a atenção. Havia qualquer coisa presa nos ramos sombrios do outro lado
do rio. Estaria lá algo ou seria apenas a minha mente a pregar-me uma partida? A criar formas a partir do luar difuso e de bocados de madeira retorcidos? Esfreguei os olhos e esforcei a vista na tentativa de perscrutar a escuridão.
Invadiu-me uma vaga de esperança; tinha a certeza de que se tratava de uma silhueta humana! Meio submersa e a flutuar perto da margem oposta! Poderia ser a Gabbi, que fora levada pela corrente e se emaranhara na vegetação das margens do rio? Poderia ainda estar viva?
Voltei a mergulhar nas águas geladas e forcei os músculos latejantes das pernas a funcionarem, nadando diagonalmente à corrente, a tentar impedir que ela me arrastasse consigo.
À medida que me aproximava, fiquei convencido que se tratava da Gabbi. A cada segundo frenético que passava, a silhueta ia-se tornando cada vez mais familiar. Ela podia estar viva, repeti na minha cabeça. Ela podia estar viva.
A corrente parecia determinada em impedir-me de a alcançar. Estava a puxar -me com toda a força, mas fiz um esforço sobre-humano e segui em frente.
A água amainou, graças a uma zona abrigada da corrente agitada por uma ponta de terra que actuava como dique. Eu estava quase a chegar. Avancei a chapinhar por todos os lados e por fim consegui pôr-me de pé nas águas baixas.
Semicerrei os olhos e fitei a figura, estendendo os braços para ela. O que eu imaginara que se encontrava lá – a minha irmã – desapareceu repentinamente diante dos meus olhos. A sua imagem foi substituída por uma massa insignificante e sem vida.
Estaquei e gritei de frustração e de fúria, esmurrando as águas. A figura retorcida não passava de um plástico, a compor uma fi gura grotesca e medonha que, do outro lado do rio, parecera uma pessoa franzina.
Nada mais fora do que esperanças vãs. Era impossível ela ainda estar viva.
Voltei a subir tropegamente para a margem, demasiado exausto para praguejar… e demasiado devastado para chorar.»

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Disponível a partir de hoje: setembro

Convencido de que Oriana esteve por trás do rapto da sua irmã, Cal junta-se a Boges para arquitectarem um plano a fim de conseguirem obter as informações de que tanto precisam. Para isso, introduzem um aparelho de escuta na casa de Oriana, disparando-o através da janela.
Será que espiar esta mulher irá revelar a localização da Jóia e do Enigma ou, em contrapartida, colocar Cal na linha de fogo? Com os seus inimigos a aumentarem à velocidade que diminuem os seus dias, Cal arrisca quase tudo para permanecer vivo e recuperar a sua antiga vida.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Em setembro...

Convencido de que Oriana esteve por trás do rapto da sua irmã, Cal junta-se a Boges para arquitectarem um plano a fim de conseguirem obter as informações de que tanto precisam. Para isso, introduzem um aparelho de escuta na casa de Oriana, disparando-o através da janela.
Será que espiar esta mulher irá revelar a localização da Jóia e do Enigma ou, em contrapartida, colocar Cal na linha de fogo? Com os seus inimigos a aumentarem à velocidade que diminuem os seus dias, Cal arrisca quase tudo para permanecer vivo e recuperar a sua antiga vida.