Segredo dos Livros
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Crítica de Leitor: «Novembro»
«Conspiração 365 – Novembro de Gabrielle Lord é o penúltimo volume da Série Conspiração 365. Neste volume, entramos, mais uma vez, numa corrida alucinante, repleta de acção, suspense e mistério.
Cal encontra-se cercado por todos os seus inimigos, até mesmo por aqueles que nunca imaginou. Consegue escapar a perseguições da polícia, estas cada vez mais exaustivas e difíceis de se esquivar. Com a ajuda dos seus amigos e aliados, Cal prepara-se para poder viajar até à Irlanda, para continuar a investigação sobre a singularidade de Ormond. Entretanto, um encontro completamente inesperado com um terrível criminoso revela a verdade sobre o rapto dos gémeos. Os seus sonhos começam finalmente a ter algum sentido.
Conhece Eric Blair, um amigo e colega do seu pai, que poderá ter informações preciosas para a investigação. Mas quando tudo parecia correr como combinado e já de passaporte na mão, Cal recebe uma notícia que o deixa desesperado. A sua amiga Winter encontra-se em perigo. Será que Cal ainda vai a tempo de a salvar das mãos do maior inimigo da cidade?
Deparamo-nos com a enorme satisfação de que esta aventura de Callum Ormond está cada vez mais difícil de parar de ler. Num abrir e fechar de olhos, chegamos ao fim da leitura, ansiando por mais. Agora, na recta final, o ritmo acelera intensamente e os acontecimentos mantêm-se surpreendentes, emocionantes e imprevisíveis. O leitor não consegue ficar indiferente e é difícil não sentirmos a urgência e o desespero de Cal. Faltam poucas semanas para o prazo de 31 de Dezembro e, apesar de Cal continuar vivo, este ainda não desvendou o segredo que maldiçoa a sua família e não cumpriu a promessa que fez ao pai.
A escrita, tal como nos volumes anteriores, é fluída, leve e cativante. As personagens são interessantes, credíveis e marcantes.
O final deste volume deixa-nos a desesperar de curiosidade pela continuação e, desta vez, mais ainda do que nos anteriores, pois o próximo e último volume da série desvendará mistérios que nos corroem desde Janeiro.
Excelente Série!»
Cal encontra-se cercado por todos os seus inimigos, até mesmo por aqueles que nunca imaginou. Consegue escapar a perseguições da polícia, estas cada vez mais exaustivas e difíceis de se esquivar. Com a ajuda dos seus amigos e aliados, Cal prepara-se para poder viajar até à Irlanda, para continuar a investigação sobre a singularidade de Ormond. Entretanto, um encontro completamente inesperado com um terrível criminoso revela a verdade sobre o rapto dos gémeos. Os seus sonhos começam finalmente a ter algum sentido.
Conhece Eric Blair, um amigo e colega do seu pai, que poderá ter informações preciosas para a investigação. Mas quando tudo parecia correr como combinado e já de passaporte na mão, Cal recebe uma notícia que o deixa desesperado. A sua amiga Winter encontra-se em perigo. Será que Cal ainda vai a tempo de a salvar das mãos do maior inimigo da cidade?
Deparamo-nos com a enorme satisfação de que esta aventura de Callum Ormond está cada vez mais difícil de parar de ler. Num abrir e fechar de olhos, chegamos ao fim da leitura, ansiando por mais. Agora, na recta final, o ritmo acelera intensamente e os acontecimentos mantêm-se surpreendentes, emocionantes e imprevisíveis. O leitor não consegue ficar indiferente e é difícil não sentirmos a urgência e o desespero de Cal. Faltam poucas semanas para o prazo de 31 de Dezembro e, apesar de Cal continuar vivo, este ainda não desvendou o segredo que maldiçoa a sua família e não cumpriu a promessa que fez ao pai.
A escrita, tal como nos volumes anteriores, é fluída, leve e cativante. As personagens são interessantes, credíveis e marcantes.
O final deste volume deixa-nos a desesperar de curiosidade pela continuação e, desta vez, mais ainda do que nos anteriores, pois o próximo e último volume da série desvendará mistérios que nos corroem desde Janeiro.
Excelente Série!»
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Crítica de Leitor: «Setembro»
«Após o rapto da irmã e da última tragédia, Cal perde a esperança de voltar a ter a sua vida como antes. Mas um milagre acontece e Cal ganha forças para enfrentar os seus inimigos. A esperança é a última a morrer e os milagres acontecem. Cal assim acredita desde o início do ano e continuar ainda vivo, mesmo depois do que tem passado, é de facto um milagre. Cal crê que foi a Oriana que esteve envolvida no rapto da irmã. Decide juntar-se ao seu amigo Boges e arranjar um plano para obter mais informações. Com algum esforço, introduzem uma escuta na casa de Oriana. Pretendem descobrir a localização da Jóia e do Enigma, mas será que conseguem? Não será fácil e, se for descoberto, Cal poderá arriscar mais uma vez a sua vida. O desespero para recuperar a sua vida e voltar para junto da sua família dá lhe coragem para se aventurar, pois o tempo que lhe resta é cada vez menos.
Conspiração 365 – Setembro é mais um volume surpreendente da série Conspiração 365 da autoria de Gabrielle Lord.
Neste volume os perigos e as perseguições continuam a atormentar a vida de Cal. A autora traz-nos momentos emocionantes e completamente imprevisíveis, sempre com muita acção e suspense. Todas as personagens que surgiram ao longo da série têm se revelado aos poucos, de forma cativante e intrigante. Desta vez, a Winter desvenda-nos um pouco mais a sua vida e a morte dos seus pais. Cal está cada vez mais maduro, ágil e perspicaz, tem sido muito agradável seguir o seu crescimento.
A escrita é fluída e contagiante, sempre com um ritmo vertiginoso.
A contagem decrescente continua e, nesta fase, o leitor fica cada vez mais curioso com o desfecho da série. Resta-me esperar pelo próximo mês de Outubro.
Recomendo.»
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Crítica de Leitor: «Agosto»
«Neste mês de Agosto, deparamo-nos com um volume recheado de perigos e situações desesperantes e completamente inesperadas. Esta corrida frenética está cada vez melhor e mais viciante, sendo impossível interromper a leitura. Mais uma vez, Gabrielle Lord presenteia-nos com uma boa dose de mistério, perigos e muita acção.
A escrita tal com nos volumes anteriores é fluída, leve e contagiante, conduzindo-nos sempre num ritmo alucinante.
O final é trágico e desesperante, deixando-nos cheios de curiosidade com o próximo volume.
Que venha o Setembro!
Recomendo.»
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Crítica de Leitor: «Junho»
«Meio ano passou, as pistas acumulam-se mas as dúvidas aumentam, o que estará por detrás do Enigma de Ormond é a derradeira questão e a chave para todos os problemas.
Junho é um mês de busca, de esperança, de que com a aquisição da Jóia de Ormond cheguem novas respostas para o nosso jovem e inocente protagonista.
Com amigos fiéis Cal não pode ceder ao desespero e, entre mortos e ferimentos, o mistério permanece e ainda existem pela frente 214 dias para sobreviver, nunca o tempo pareceu tão longo e a perspectiva de vida tão curta.
Se por um lado o nosso protagonista tem quase a certeza de que a Jóia está nas mãos de Siglo, o perigo que acarreta reavê-la quase não justifica o seu fim e, como se isso não basta-se, cada nova peça deste intricado puzzle vem acompanhada de novas dúvidas.
Com os riscos cada vez mais elevados e a habituação ao mal-estar constante, este não é de todo um mês negativo para Cal, ou pelo menos assim julgava o nosso rapaz, até uma nova mentira se juntar à teia complexa que se tornou a sua vida.
A família é parte ausente neste sexto livro mas por outro lado os companheiros de luta mantêm-se sendo cada vez mais cruciais para a sobrevivência de Cal. Boges é um personagem que tem cada vez mais em relevo, pois não só é uma das fontes de sobrevivência do nosso protagonista como é inteligente e um amigo incansável, mas os perigos começam a aproximar-se cada vez mais deste jovem amigo e é impensável imaginar Cal sem o seu auxílio.
Repro é mais uma vez repetente nesta trama e vamos poder contar novamente com os seus truques e habilidades para benefício de Cal, mas é impossível não reflectir, de onde vem e qual o seu passado é algo que estamos longe de descobrir.
Com um momento de especial ternura entre Callum e Winter esta é também uma personagem que provoca sentimentos ambíguos, nada é certo neste destino e o medo já faz parte constante do passar do tempo.
Neste mês de Junho Gabrielle Lord conseguiu mais uma vez diversificar a obra, não apenas com os clichés aos quais já nos habituou, o contra-relógio e a velocidade célere da narrativa, mas também pela entrada e saída de intervenientes bem como a diversidade de lugares percorridos pelo nosso jovem. Mas cenários à parte, é importante reafirmar que uma nova peça crucial se poderá juntar ao material de investigação que Cal já reuniu, até que ponto ela será esclarecedora isso é algo que ainda teremos mais seis livros pela frente para descobrir.
Setembro está a terminar e Outubro já está a porta, para quem segue de perto esta aventura é indispensável deixar escoar o tempo e aguardar por um final que promete conquistar muitos leitores.»
Histórias de Elphaba
Junho é um mês de busca, de esperança, de que com a aquisição da Jóia de Ormond cheguem novas respostas para o nosso jovem e inocente protagonista.
Com amigos fiéis Cal não pode ceder ao desespero e, entre mortos e ferimentos, o mistério permanece e ainda existem pela frente 214 dias para sobreviver, nunca o tempo pareceu tão longo e a perspectiva de vida tão curta.
Se por um lado o nosso protagonista tem quase a certeza de que a Jóia está nas mãos de Siglo, o perigo que acarreta reavê-la quase não justifica o seu fim e, como se isso não basta-se, cada nova peça deste intricado puzzle vem acompanhada de novas dúvidas.
Com os riscos cada vez mais elevados e a habituação ao mal-estar constante, este não é de todo um mês negativo para Cal, ou pelo menos assim julgava o nosso rapaz, até uma nova mentira se juntar à teia complexa que se tornou a sua vida.
A família é parte ausente neste sexto livro mas por outro lado os companheiros de luta mantêm-se sendo cada vez mais cruciais para a sobrevivência de Cal. Boges é um personagem que tem cada vez mais em relevo, pois não só é uma das fontes de sobrevivência do nosso protagonista como é inteligente e um amigo incansável, mas os perigos começam a aproximar-se cada vez mais deste jovem amigo e é impensável imaginar Cal sem o seu auxílio.
Repro é mais uma vez repetente nesta trama e vamos poder contar novamente com os seus truques e habilidades para benefício de Cal, mas é impossível não reflectir, de onde vem e qual o seu passado é algo que estamos longe de descobrir.
Com um momento de especial ternura entre Callum e Winter esta é também uma personagem que provoca sentimentos ambíguos, nada é certo neste destino e o medo já faz parte constante do passar do tempo.
Neste mês de Junho Gabrielle Lord conseguiu mais uma vez diversificar a obra, não apenas com os clichés aos quais já nos habituou, o contra-relógio e a velocidade célere da narrativa, mas também pela entrada e saída de intervenientes bem como a diversidade de lugares percorridos pelo nosso jovem. Mas cenários à parte, é importante reafirmar que uma nova peça crucial se poderá juntar ao material de investigação que Cal já reuniu, até que ponto ela será esclarecedora isso é algo que ainda teremos mais seis livros pela frente para descobrir.
Setembro está a terminar e Outubro já está a porta, para quem segue de perto esta aventura é indispensável deixar escoar o tempo e aguardar por um final que promete conquistar muitos leitores.»
Histórias de Elphaba
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Crítica de Leitor: «Maio»
«[...]
São abundantes e diversificados os motivos que apelam ao leitor para acompanhar o desenrolar da vida deste protagonista.
A sua história, que nos toca a todos pela susceptibilidade ferida de Cal ao perder o amor da família, os perigos constantes e eminentes a que está sujeito, as emoções amargas transmitidas pelo vazio e, ainda, o seu crescimento individual e instinto de sobrevivência que tantas vezes lhe permitiram estar a salvo por mais um dia.
Outro ponto forte é forma como é disposta a narrativa, que enaltece e diferencia Conspiração 365 de todas as outras histórias com uma distribuição cronometrada, ritmada. Este é um trunfo que não só marca pela inovação, como contribui para transportar o leitor para o momento presenciado na ficção, aumentando assim a adrenalina e oferecendo vida própria à obra.
E depois existe a ilustração que por si só nos coloca na pele do protagonista, ao termos acesso aos documentos e a todo o género de imagens que passam por Callum, colocando o próprio leitor como interveniente na busca do enigma que ameaça o nosso herói, incentivando-nos na pesquisa e familiarizando-nos com os intervenientes.
Para completar este leque apelativo de características que dão vida Cal, e que nos aproxima de toda a história, existe ainda um núcleo de personagens secundárias muito interessante que é fixo, como Boges e Winter, e um segundo grupo mais irregular, com passagens breves, aparecendo ou não mais que uma vez, e que deixam em aberto diversas questões, dimensionando e esmiuçando o interesse e curiosidade devido ao mistério que as circunda, como é caso de Melba.
Esta harmonia perfeita, entre todas a particularidades que citei, só é conseguida através da escrita da autora, que é assertiva conseguindo chegar a todo o género de públicos e que flui descontraidamente sem cair numa rotina, como seria de esperar tendo em conta que no total Gabrielle Lord nos presenteia com 12 livros.
Em suma, Maio é um livro de passagem, com um ritmo ligeiramente mais lento, mas que abre novas perspectivas a Cal, com a possibilidade de adquirir novos conhecimentos e dar um novo passo na sua demanda, ultrapassando uma vez mais uma situações limite, mas mais importante que isso, permitindo-lhe ficar cada vez mais próximo da sua família e, em consequência, da sua liberdade.
Uma aposta por mim muito recomendada da Contraponto, em que cada batimento cardíaco pode fazer a diferença e que terá a capacidade de voz fazer suster a respiração.»
As Histórias de Elphaba
São abundantes e diversificados os motivos que apelam ao leitor para acompanhar o desenrolar da vida deste protagonista.
A sua história, que nos toca a todos pela susceptibilidade ferida de Cal ao perder o amor da família, os perigos constantes e eminentes a que está sujeito, as emoções amargas transmitidas pelo vazio e, ainda, o seu crescimento individual e instinto de sobrevivência que tantas vezes lhe permitiram estar a salvo por mais um dia.
Outro ponto forte é forma como é disposta a narrativa, que enaltece e diferencia Conspiração 365 de todas as outras histórias com uma distribuição cronometrada, ritmada. Este é um trunfo que não só marca pela inovação, como contribui para transportar o leitor para o momento presenciado na ficção, aumentando assim a adrenalina e oferecendo vida própria à obra.
E depois existe a ilustração que por si só nos coloca na pele do protagonista, ao termos acesso aos documentos e a todo o género de imagens que passam por Callum, colocando o próprio leitor como interveniente na busca do enigma que ameaça o nosso herói, incentivando-nos na pesquisa e familiarizando-nos com os intervenientes.
Para completar este leque apelativo de características que dão vida Cal, e que nos aproxima de toda a história, existe ainda um núcleo de personagens secundárias muito interessante que é fixo, como Boges e Winter, e um segundo grupo mais irregular, com passagens breves, aparecendo ou não mais que uma vez, e que deixam em aberto diversas questões, dimensionando e esmiuçando o interesse e curiosidade devido ao mistério que as circunda, como é caso de Melba.
Esta harmonia perfeita, entre todas a particularidades que citei, só é conseguida através da escrita da autora, que é assertiva conseguindo chegar a todo o género de públicos e que flui descontraidamente sem cair numa rotina, como seria de esperar tendo em conta que no total Gabrielle Lord nos presenteia com 12 livros.
Em suma, Maio é um livro de passagem, com um ritmo ligeiramente mais lento, mas que abre novas perspectivas a Cal, com a possibilidade de adquirir novos conhecimentos e dar um novo passo na sua demanda, ultrapassando uma vez mais uma situações limite, mas mais importante que isso, permitindo-lhe ficar cada vez mais próximo da sua família e, em consequência, da sua liberdade.
Uma aposta por mim muito recomendada da Contraponto, em que cada batimento cardíaco pode fazer a diferença e que terá a capacidade de voz fazer suster a respiração.»
As Histórias de Elphaba
Crítica de Leitor: «Junho»
«Uma série empolgante que prenderá qualquer um do primeiro volume, em Janeiro, ao último!
Conspiração 365 prima pelos mais variados motivos: conjuga, de forma brilhante, acção com medo e mistério; apresenta, em praticamente todos os livros (até agora) algumas pitadas de romance por forma a conferir uma certa frescura e ambiência própria da idade dos intervenientes principais; mostra-se, visualmente, extremamente interessante e apelativa – a contagem decrescente das páginas, a localização e horas precisas dos inúmeros acontecimentos que perpassam a atarefada vida de Cal, a regularidade do lançamento, etc.; estende-se, com relativa facilidade, não só a um público alvo mais jovem como também à camada mais adulta que, sentido algumas saudades dos seus tempos de outrora, se deixa debruçar numa aventura infinita e sem limites; e, claro, faz uso, eximiamente, de um dos mais importantes componentes activos de um livro: as personagens. No fundo, reúne todos os ingredientes chave para um estrondoso sucesso...
No mês de Junho em particular, deliciei-me duplamente com o magnífico regresso de uma série de personagens secundárias que não só obtiveram uma importância tremenda no decorrer da narrativa como ganharam um reconhecimento e enaltecimento ligeiramente mais elevado que em volumes anteriores. Foi com um sorriso bem aberto nos lábios que dei as novas boas-vindas a intervenientes como Griff, o traiçoeiro amigo, Sligo, o bandido sem escrúpulos e Repro, o mãozinhas ágeis – apenas para nomear alguns – e que assisti ao percorrer de caminhos tão sinuosos quanto dramáticos e arriscados. Espero, sinceramente, ver alguns deles novamente.
Em termos comparativos, enquanto que em Maio – talvez um mês mais calmo na vida de Cal – a necessidade de encontrar um tecto e um posto de abrigo não se tenha mostrado tão urgente, em Junho, esse factor percorre com bastante intensidade toda a história. A força que o protagonista demonstra e a determinação que o transformam no jovem rapaz corajoso e incrivelmente interessante a nível literário que é, abarcam-no numa consciência e vitalidade mental fora do normal e que o manterá concentrado na procura e consequente achado de todos os meios indispensáveis à sua sobrevivência – mesmo que por apenas mais alguns dias... – e contra a vontade, cada vez mais recorrente, de pura desistência.
Numa perspectiva inovadora e totalmente inesperada, a estranha e algo repentina familiaridade e estado de confiança entre Boges e Winter deixou-me não só curiosa como imensamente ansiosa pelo desenrolar e posterior descoberta do como e do quando terem chegado, estas duas personagens, ao estado actual de amizade. A ajuda de cada um deles e, por vezes, de ambos é tão preciosa quanto inimaginável e não restam dúvidas de que sem estes dois amigos Cal já teria sucumbido à tempo.
Com Boges a convivência e aproximação são naturais. De certo modo, sente-se um intensificar do relacionamento entre ambos durante todo o livro – e série –, alcançando um estatuto de real e verdadeira família à qual Cal não consegue evitar sentir saudade e nostalgia, contudo, com Winter o caso é um pouco diferente. Foi interessante assistir ao desenrolar das intenções, dúvidas e receios tanto de Cal como dela mesma. A insegurança que emana de uma jovem mulher tão desenvolta e cheia de vida é o puro e perfeito disfarce que, muitas vezes, encontramos nos adolescentes nos dias de hoje. Uma consciencialização subtil que, de certo, afectará e captará a atenção de muitos leitores. Encarar Conspiração 365 como uma mera viagem pelos confins do perigo e da adrenalina seria errado e pretensioso pois estamos perante uma série que tem muito, muito mais para oferecer...
Conspiração 365 – Junho deixa no ar incontáveis questões e ambiguidades, espicaçando o leitor a debruçar-se o quanto antes no volume seguinte – Julho. O final não só eleva as expectativas do leitor a um novo nível de altitude como transmite a sensação de que ainda há muito mais para vir... muito mais para descobrir.
Não se deixe enganar pelo design jovem e pela premissa aparentemente aventureira, Conspiração 365 é a série perfeita para introduzir os mais jovens na literatura e para permitir a um leitor mais graúdo a possibilidade de algumas horas confortáveis de resistência e incredulidade.»
Não se deixe enganar pelo design jovem e pela premissa aparentemente aventureira, Conspiração 365 é a série perfeita para introduzir os mais jovens na literatura e para permitir a um leitor mais graúdo a possibilidade de algumas horas confortáveis de resistência e incredulidade.»
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Crítica de Leitor: «Maio»
«Conspiração 365 – Maio é, sem dúvida, uma leitura espantosa e aliciante. Do início ao fim, deparamo-nos com páginas repletas de acção, mistério, perigos e muita emoção. Quanto mais lemos, torna-se cada vez mais difícil parar. Mais uma vez, Gabrielle Lord apresenta-nos uma escrita leve e cativante.
Alguns mistérios começam a fazer sentido. Continuam a surgir situações imprevisíveis, que nos deixam completamente arrebatados.
Um ponto alto deste volume é o aparecimento de uma nova e importante personagem. No fim, ficámos emocionados com a angústia de Cal, por voltar a perder alguém importante na sua vida.
O volume seguinte conspiração 365 – Junho já se encontra à venda nas livrarias.
Recomendo.»
Segredo dos Livros
Alguns mistérios começam a fazer sentido. Continuam a surgir situações imprevisíveis, que nos deixam completamente arrebatados.
Um ponto alto deste volume é o aparecimento de uma nova e importante personagem. No fim, ficámos emocionados com a angústia de Cal, por voltar a perder alguém importante na sua vida.
O volume seguinte conspiração 365 – Junho já se encontra à venda nas livrarias.
Recomendo.»
Segredo dos Livros
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Crítica de Leitor: «Março»
«Depois de um segundo volume que pouco mais fez do que aumentar a expectativa, foi com algum alívio que neste terceiro volume assisti a um desenvolvimento real da trama. Com a já habitual dose de acção, perseguições, perigo e emoção, segui Cal na sua desesperada busca pelo segredo que lhe roubou o pai, afastou da família e tornou num fugitivo perigoso. Com a introdução de novas e curiosas personagens, o nosso herói arrisca bastante mas consegue avançar na sua investigação e é com o coração nas mão que mais uma vez termina este volume, com novas perguntas mas com algumas novas respostas.
Venha o novo volume, para aplacar dúvidas e eventualmente consolidar teorias!
Não posso deixar de dizer que passei grande parte da leitura a imaginar a acção como um jogo de computador. Seria uma história fantástica numa adaptação desse género.»
Páginas Desfolhadas
terça-feira, 17 de maio de 2011
Crítica de Leitor: «Abril»
«Este foi sem dúvida o melhor volume da série até à data.
A vida de Cal não pode piorar e eu não posso estar mais ansiosa de pegar no próximo. Aliás, pensa-se sempre que não há forma de a história de Cal se complicar ainda mais mas a verdade é que autora consegue sempre surpreender. A sua imaginação é soberba, nunca vi nada igual.
O enigma está ligado à Esfinge, o coração de Cal bate por Winter, a irmãzinha mostra progressos e Cal já pode sorrir... ou não, a reviravolta é tal modo alucinante que me deixou boquiaberta.
A escrita é simples mas de mestria porque é impossível ficar indiferente à velocidade constante dos acontecimentos, não há tempo para aborrecimentos.
Há uma complexidade tal na história de Cal que, tal como ele, começamos a duvidar de tudo, ainda mais com o aparecimento constante da cópia. Alegam que ele é louco e ele chega várias vezes ponderar a sua sanidade mental. Será? Não sei o que pensar e é por isso que estou a adorar seguir as desventuras deste jovem, a quem o mundo virou as costas.
Segredos, mistérios e histórias mal contadas...
Venha o próximo!
Recomendo, recomendo e recomendo!»
Blogue D311nh4
A vida de Cal não pode piorar e eu não posso estar mais ansiosa de pegar no próximo. Aliás, pensa-se sempre que não há forma de a história de Cal se complicar ainda mais mas a verdade é que autora consegue sempre surpreender. A sua imaginação é soberba, nunca vi nada igual.
O enigma está ligado à Esfinge, o coração de Cal bate por Winter, a irmãzinha mostra progressos e Cal já pode sorrir... ou não, a reviravolta é tal modo alucinante que me deixou boquiaberta.
A escrita é simples mas de mestria porque é impossível ficar indiferente à velocidade constante dos acontecimentos, não há tempo para aborrecimentos.
Há uma complexidade tal na história de Cal que, tal como ele, começamos a duvidar de tudo, ainda mais com o aparecimento constante da cópia. Alegam que ele é louco e ele chega várias vezes ponderar a sua sanidade mental. Será? Não sei o que pensar e é por isso que estou a adorar seguir as desventuras deste jovem, a quem o mundo virou as costas.
Segredos, mistérios e histórias mal contadas...
Venha o próximo!
Recomendo, recomendo e recomendo!»
Blogue D311nh4
quinta-feira, 31 de março de 2011
Crítica de Leitor: «Março»
«A vida de Callum Ormond no mês de Março não é muito diferente. Perseguido pelas autoridades e por criminosos, tenta desesperadament e sobreviver e desvendar o Enigma de Ormond. Tem 306 dias e as pistas que o pai lhe deixou antes de morrer são extremamente difíceis de desvendar. Surgem novas pistas que apenas servem para o confundir e nem mesmo com a inteligência do seu amigo Boges tem sido fácil.
Um sujeito, também ele foragido, ajuda Cal a escapar mais uma vez da morte e das autoridades que o perseguem constantemente. Consegue finalmente encontrar-se com a enfermeira que cuidou do seu pai e que alega ter informações importantes para lhe transmitir. No entanto, o encontro não é pacífico. Cal confronta-se com os criminosos que o têm perseguido e vê-se rodeado de víboras. Consegue enganar mais uma vez a morte e continuar a investigação, que o leva novamente a mais perigos e perseguições.
Cal sente-se frustrado, cansado e só, apenas quer cumprir os desejos do seu pai, mas ainda pouco descobriu e nem sequer sabe em quem confiar.
Um sujeito, também ele foragido, ajuda Cal a escapar mais uma vez da morte e das autoridades que o perseguem constantemente. Consegue finalmente encontrar-se com a enfermeira que cuidou do seu pai e que alega ter informações importantes para lhe transmitir. No entanto, o encontro não é pacífico. Cal confronta-se com os criminosos que o têm perseguido e vê-se rodeado de víboras. Consegue enganar mais uma vez a morte e continuar a investigação, que o leva novamente a mais perigos e perseguições.
Cal sente-se frustrado, cansado e só, apenas quer cumprir os desejos do seu pai, mas ainda pouco descobriu e nem sequer sabe em quem confiar.
Conspiração 365 – Março é uma magnífica continuação desta série da autora Gabrielle Lord.
Neste volume deparamo-nos mais uma vez com páginas repletas de suspense, acção e muita aventura. Surgem novas personagens muito interessantes e enigmáticas. A investigação de Cal leva-nos a novos perigos de cortar a respiração.
A escrita cativante a as excelentes descrições fixam o leitor de tal forma, que é quase impossível interromper a leitura.
Uma série contagiante a não perder.
Só me resta dizer que venha o próximo!»
terça-feira, 29 de março de 2011
Crítica de Leitor: «Fevereiro»
«Conspiração 365-Fevereiro é o segundo volume da série Conspiração 365 da autora Gabrielle Lord, publicado pela editora Contraponto. Mais uma vez, deparamo-nos com um volume surpreendente, com ainda mais acção e mistério. Um triller muito bem escrito, cada vez mais viciante e forte. É sem dúvida, uma leitura daquelas de nos tirar o sono, difícil de parar.A autora criou personagens muito marcantes. Cal é um personagem corajoso e muito maduro para a idade, com uma personalidade realmente forte, contém tudo para nos fascinar.
Fiquei curiosa com a Winter e o Tio Rafe, acredito que são personagens muito curiosas e enigmáticas, que ainda nos vão surpreender nos próximos volumes.No final deste volume, Cal fica mais uma vez perto da morte, deixando-nos impacientes por saber o que o mês de Março nos reserva.
Recomendo.»
Segredo dos Livros
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Mais uma crítica!
«Assim que li a sinopse de Conspiração 365 fiquei rendida a esta ideia tão inovadora de construir uma série em doze volumes, numa constante contagem decrescente, editando um a cada mês do ano, de forma a transmitir ao leitor a percepção da passagem do tempo como ela é sentida pelo herói. Quando peguei no livro, maravilhei-me ainda ao reparar no pormenor de todas as páginas se apresentarem enumeradas ao contrário até ao final do livro, num estilo que se adequa perfeitamente a uma história repleta de acção como a que temos perante nós.
O volume de Janeiro inicia-se com o relato da passagem de ano de Callum Ormond, um jovem de 15 anos que vive numa pacata vila australiana e cuja vida, após a morte repentina do seu pai, sofre uma enorme e drástica mudança. Ao receber a profecia de um louco e ao deparar-se constantemente com factos que a corroboram, Cal deve confiar apenas em si mesmo e tentar descobrir as últimas palavras que Tom lhe queria desesperadament e transmitir e não pôde.
Esta Conspiração de Janeiro revela-se uma delícia para miúdos, uma vez que tem uma escrita simples e acessível, uma dimensão reduzida (apenas 192 páginas!) e um herói adolescente; e também para graúdos, na medida em que provoca, inevitavelmente , curiosidade acerca das peripécias que Callum vai enfrentar até ao final do ano e, claro, ansiedade pelo desvendar do mistério que tanto o atormenta!
Uma escritora a manter “debaixo de olho” e uma série a não perder!»
Patrícia Pereira, Segredo dos Livros, Fevereiro de 2011
O volume de Janeiro inicia-se com o relato da passagem de ano de Callum Ormond, um jovem de 15 anos que vive numa pacata vila australiana e cuja vida, após a morte repentina do seu pai, sofre uma enorme e drástica mudança. Ao receber a profecia de um louco e ao deparar-se constantemente com factos que a corroboram, Cal deve confiar apenas em si mesmo e tentar descobrir as últimas palavras que Tom lhe queria desesperadament e transmitir e não pôde.
Esta Conspiração de Janeiro revela-se uma delícia para miúdos, uma vez que tem uma escrita simples e acessível, uma dimensão reduzida (apenas 192 páginas!) e um herói adolescente; e também para graúdos, na medida em que provoca, inevitavelmente , curiosidade acerca das peripécias que Callum vai enfrentar até ao final do ano e, claro, ansiedade pelo desvendar do mistério que tanto o atormenta!
Uma escritora a manter “debaixo de olho” e uma série a não perder!»
Patrícia Pereira, Segredo dos Livros, Fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Crítica de Leitor
«Achei muita piada a esta ideia de irem publicando os livros da série quase em tempo real, um por mês. É uma ideia original e ainda bem que a editora portuguesa vai seguir esse estilo de publicação. Porque às vezes é terrível ficar à espera que um livro seja publicado; num livro dirigido aos mais jovens, é uma boa maneira de os "agarrar" à leitura.
O que me leva ao ponto negativo. Como é dirigido para jovens (e também porque, imagino, ao ritmo de um por mês, a autora não podia escrever livros grandes e muito desenvolvidos, a não ser que tivesse começado a escrever a série com 5 anos de antecedência), a linguagem é simples, e no início estava a ter dificuldade em entrar no livro devido a isso.
Mas passando a relutância inicial, até gostei! A certa altura ganha um ritmo alucinante e leva-nos embalados até ao fim. Acho que é quando as "desgraças" começam a acontecer ao personagem principal que fiquei envolvida nas suas peripécias. O mistério subjacente à história promete, e por um lado é bom ir saber o que se passam nesta história no fim deste ano, mas por outro Dezembro parece que está tão longe!
Uma (boa) nota para o preço decente (quando tantos livros hoje em dia estão um bocado overpriced), e o uso do selo temporal nos acontecimentos para dar mesmo a sensação que estamos a seguir a história em tempo real. Uma coisa desconcertante é a paginação decrescente, como se fosse um countdown - estranha-se depois entranha-se, penso eu.»
do blogue http://p7-books.blogspot.com/
O que me leva ao ponto negativo. Como é dirigido para jovens (e também porque, imagino, ao ritmo de um por mês, a autora não podia escrever livros grandes e muito desenvolvidos, a não ser que tivesse começado a escrever a série com 5 anos de antecedência), a linguagem é simples, e no início estava a ter dificuldade em entrar no livro devido a isso.
Mas passando a relutância inicial, até gostei! A certa altura ganha um ritmo alucinante e leva-nos embalados até ao fim. Acho que é quando as "desgraças" começam a acontecer ao personagem principal que fiquei envolvida nas suas peripécias. O mistério subjacente à história promete, e por um lado é bom ir saber o que se passam nesta história no fim deste ano, mas por outro Dezembro parece que está tão longe!
Uma (boa) nota para o preço decente (quando tantos livros hoje em dia estão um bocado overpriced), e o uso do selo temporal nos acontecimentos para dar mesmo a sensação que estamos a seguir a história em tempo real. Uma coisa desconcertante é a paginação decrescente, como se fosse um countdown - estranha-se depois entranha-se, penso eu.»
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Crítica de Leitor a «Janeiro»
«Recheado de acção e secretismo, Conspiração 365 – Livro 1: Janeiro é uma série que certamente vai agradar a um leque vasto de leitores. Com uma intensidade imensa, uma personagem que constantemente vê a sua vida ameaçada por pessoas desconhecidas e eventos tenebrosos e um cortar de fôlego pronunciando, este livro é excelente para proporcionar umas excelentes horas de ansiedade e diversão.
Callum Ormond, de 15 anos, vê a sua vida sofrer uma reviravolta estonteante quando, pouco após receber e sofrer a morte do seu pai, é avisado de que corre grande perigo. Tendo de sobreviver nos próximos 365 dias, sem ser apanhado por nenhum grupo ilegal e até pelas autoridades que, na imprevisibilidade do destino, o colocam como suspeito de um crime que ele não cometeu, Callum vê-se rodeado de inimigos e sem ninguém em confiar. A sua mãe está confusa, o tio aparenta um comportamento estranho e a irmã, de tenra idade, não sabe ao certo o que esperar do futuro... por isso, Cal pode apenas contar com Boges, um amigo de longa data, para partilhar alguns dos segredos descobertos e mistérios desvendados. Com questões atrás de questões, imprevistos atrás de imprevistos, Conspiração 365 – Livro 1: Janeiro é um livro cativante, frenético e inesperado. A escrita de Gabrielle Lord é simples e objectiva, concentrando-se exclusivamente no necessário e colocando de parte qualquer pormenor ou detalhe sem interesse. Assim, o leitor é encaminhado para uma viagem ao estilo cinematográfico em que consegue, com uma certa clareza, imaginar cada situação, cada personagem e cada perigo diante dos seus olhos.
Achei este livro muito interessante. É de rápida leitura, ornamentado com letras grandes, algumas imagens apelativas e complementares ao conteúdo da história e apresenta ainda um pormenor que me deixou deliciada: a numeração das páginas encontra-se ao contrário, ou seja, de forma decrescente o que vem, uma vez mais, potenciar a ideia de que estamos perante uma narrativa em que cada segundo, cada minuto e cada hora conta. Com uma estrutura bastante interessante, dividida em horas e dias do mês, personagens selvagens, destemidas e variadas, e uma acção sempre presente praticamente sem pontos mortos, Conspiração 365 – Livro 1: Janeiro é um início de série que promete não só surpreender o leitor a cada volume publicado como também, e acima de tudo, promete viciar, entreter e cativar. Agora, com o primeiro volume agendado para 21 de Janeiro, a mim resta-me apenas aguardar pela chegada de Feveiro com Conspiração 365 - Livro 2: Fevereiro a ser lançado dia 4 desse mesmo mês.
Uma série que recomendo pela sua diferença e singularidade.»
Blogue Pedacinho Literário, 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Primeira crítica ao livro "Janeiro"!
A primeira crítica de um Leitor português ao primeiro volume da série já pode ser lida aqui.
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Chegou Dezembro, o mês mais temido. A contagem decrescente de 365 dias está mesmo quase a terminar e Cal ainda tem muito que descobrir. Todas as pistas apontam para a Irlanda. Entretanto, a polícia reforçou a segurança no aeroporto e, mesmo com um passaporte falso, um bom plano e o apoio dos seus amigos, parece-lhe impossível passar a segurança para chegar à Irlanda. Mesmo assim, Cal tem de arriscar tudo, o tempo está no limite, ainda não descobriu o que aconteceu de facto ao pai e ainda terá de chegar à singularidade de Ormond, antes da meia-noite da passagem de ano.
Neste último volume, o leitor mal conseguirá respirar com a vertiginosa batalha final que Cal irá enfrentar. Nas belas paisagens da Irlanda, muito bem descritas, acompanhamos a alucinante e angustiante corrida de Cal, repleta de perigo, mistério, tensão e muita ação. Mesmo com a Winter e Boges ao seu lado, não será fácil e, em muitas circunstâncias desesperantes, Cal irá estar perto da morte.
Foi verdadeiramente emocionante seguir esta série ao longo dos doze volumes, chegar ao fim e ainda depararmos com situações imprevisíveis, surpreendentes e personagens misteriosas, sem nunca sentirmos quebras de ritmo ou repetições. Conspiração 365 é uma série juvenil, mas agradará a leitores adultos, pois a talentosa Gabrielle Lord reuniu uma boa dose de ação, mistério e suspense, com personagens fortes, maduras e marcantes. A autora está de parabéns, pois criou um magnífico thriller. Quando pegamos no primeiro volume, envolvemo-nos de tal forma, que se torna impossível não continuar a seguir a alucinante corrida de Cal.
Agora estou curiosa com a adaptação de Conspiração 365 a série de televisão, que se estreou em Janeiro deste ano na Austrália.
Excelente!»