... «Abril» chega às prateleiras das livrarias portuguesas, com mais uma aventura de Callum Ormond na sua infindável corrida para descobrir quem matou o seu pai e porquê. Deixamos aqui um pequeno excerto para despertar a curiosidade daqueles que seguem avidamente esta intensa história.
«[...]
A silhueta inconfundível do lutador de sumo – o tipo que eu atacara antes, com o spray de gás pimenta em casa de Oriana de la Force – surgiu ao luar. Ele deteve -se quase à frente da fenda onde eu me encolhia. Voltei a suster a respiração. Se ele me deitasse as mãos, estava metido em sarilhos dos grandes. Ele e o seu comparsa, Kelvin, já nos tinham tentado matar a mim e a Lachlan, lançando-nos para fora da estrada com a sua camioneta monstruosa, e agora ele seguira- me até aqui, perseguindo -me por entre quantidades infindáveis de mato, para terminar o que começara.
Ele apontou a lanterna em seu redor sem se mover da sua posição. O feixe de luz viajou lentamente pela vegetação enfezada e húmida, pelos troncos caídos e depois pela superfície rochosa onde eu me encontrava escondido. Fechei os olhos. De certeza que ele me ia conseguir ver do sítio onde estava.
Voltei a abri-los. O feixe de luz subiu e percorreu as paredes da fi ssura estreita, aproximando-se cada vez mais de mim. A qualquer momento ele iria ver-me todo apertado no interior da fenda rochosa.
[...]»
Mais?... Só daqui a 7 dias, numa livraria perto de si!
quinta-feira, 31 de março de 2011
Crítica de Leitor: «Março»
Conspiração 365 – Março é uma magnífica continuação desta série da autora Gabrielle Lord.
Neste volume deparamo-nos mais uma vez com páginas repletas de suspense, acção e muita aventura. Surgem novas personagens muito interessantes e enigmáticas. A investigação de Cal leva-nos a novos perigos de cortar a respiração.
A escrita cativante a as excelentes descrições fixam o leitor de tal forma, que é quase impossível interromper a leitura.
Uma série contagiante a não perder.
Só me resta dizer que venha o próximo!»
terça-feira, 29 de março de 2011
Crítica de Leitor: «Fevereiro»

A autora criou personagens muito marcantes. Cal é um personagem corajoso e muito maduro para a idade, com uma personalidade realmente forte, contém tudo para nos fascinar.
Fiquei curiosa com a Winter e o Tio Rafe, acredito que são personagens muito curiosas e enigmáticas, que ainda nos vão surpreender nos próximos volumes.No final deste volume, Cal fica mais uma vez perto da morte, deixando-nos impacientes por saber o que o mês de Março nos reserva.
Recomendo.»
Segredo dos Livros
segunda-feira, 21 de março de 2011
Excerto de «Fevereiro»
Cuidado com os spoilers, caso não tenha lido «Janeiro»!
...
...
«Tínhamos voltado a parar e, tirando os grilos,estava tudo calmo e silencioso. Sentia que todo o meu corpo tremia. Devia ser alguma espécie de choque retardatário. Estávamos rodeados por casas suburbanas, onde eu tinha a certeza de que todas as famílias no seu interior já há muito que se tinham enfi ado na cama. Pensei na minha mãe, sem conseguir dormir na nossa casa, a subúrbios de distância, e na Gabbi ligada às máquinas, sozinha no hospital. A minha mãe quase perdera toda a família: primeiro o meu pai, depois a Gabbi, de certa forma, e agora eu. Queria tanto voltar a ter a minha vidinha antiga e desejava não ser este miúdo perseguido, em fuga, a viver numa espelunca abandonada, a tentar manter -me um passo à frente de… toda a gente.
– Eu oiço coisas sem saberem – afirmou a rapariga, interrompendo de súbito os meus pensamentos.
– Sei que tens algo que o Sligo quer.
Olhei pela longa rua abaixo.
– Sabes o que é? – perguntei. Seria óptimo se esta rapariga me desse algumas respostas a sério.
Ela abanou a cabeça, fazendo reluzir os brilhos no cabelo.
– Apenas que é gigantesco e que ele não vai parar diante de nada para o obter.
– Já reparei.
– Contudo, eu sabia que não sabias nada sobre isso – comentou, num tom prático. – Ter-lhe-ias dito se soubesses. Qualquer um o teria feito… para não morrer afogado em óleo.
Por fim, uma afirmação franca… com a qual podia concordar.
– Pareces saber tanto sobre mim. Acho um pouco injusto que nem sequer saiba o teu nome – observei, na esperança de que a conversa sincera continuasse.
Estava a ser cuidadoso, pois não a queria assustar. Estava em dívida para com ela, por ter desligado a bomba de óleo… e havia tantas perguntas que precisava de fazer. Não só sobre Sligo e o que ele sabia sobre o meu pai, mas sobre ela. Tinha-me ajudado e salvado a minha vida, mas o que estava a fazer com Sligo? Não a conseguia perceber. Era completamente diferente das miúdas que eu conhecia da escola. No entanto, embora estranhíssima, era companhia e sabia bem ter alguém com quem falar… alguém que não me estava a tentar matar.
– Digo-te o meu nome quando lá chegarmos – replicou.
– Chegarmos onde? Pensei que só estávamos a fugir.
– Agora és tu quem me vai ajudar.
– Ai é? Bastava teres pedido a minha ajuda – sugeri.
– Ninguém gosta de ser mandado, especialmente por uma miúda sem nome.
Com uma mão na anca, ela fixou em mim um olhar intenso.
– Está bem. O meu nome é Winter – disse. – Winter Frey. Contente?
– Belo nome – respondi.
– O belo combina comigo – retorquiu.
Estava a tentar lembrar-me de uma resposta espirituosa quando um carro virou para uma rua à nossa frente, a aproximadamente um quarteirão de distância. Não esperei para ver se era o Subaru negro; simplesmente, agarrei na mão da Winter e puxei-a para fora do passeio e para um caminho de acesso cheio de arbustos. Soltei-a, não sem antes reparar numa tatuagem diminuta de uma ave no interior do pulso esquerdo. Ela afastou a mão rapidamente, cruzando os braços num gesto protector, e baixámo-nos ambos, comprimidos um contra o outro, a deitar espreitadelas enquanto o carro passava lentamente por nós.
– O carro do Sligo – sibilou.
Aguardámos, escondidos na escuridão, até termos a certeza de que o carro tinha desaparecido. Winter olhou em redor.
– Vamos.»
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«Tínhamos voltado a parar e, tirando os grilos,estava tudo calmo e silencioso. Sentia que todo o meu corpo tremia. Devia ser alguma espécie de choque retardatário. Estávamos rodeados por casas suburbanas, onde eu tinha a certeza de que todas as famílias no seu interior já há muito que se tinham enfi ado na cama. Pensei na minha mãe, sem conseguir dormir na nossa casa, a subúrbios de distância, e na Gabbi ligada às máquinas, sozinha no hospital. A minha mãe quase perdera toda a família: primeiro o meu pai, depois a Gabbi, de certa forma, e agora eu. Queria tanto voltar a ter a minha vidinha antiga e desejava não ser este miúdo perseguido, em fuga, a viver numa espelunca abandonada, a tentar manter -me um passo à frente de… toda a gente.
– Eu oiço coisas sem saberem – afirmou a rapariga, interrompendo de súbito os meus pensamentos.
– Sei que tens algo que o Sligo quer.
Olhei pela longa rua abaixo.
– Sabes o que é? – perguntei. Seria óptimo se esta rapariga me desse algumas respostas a sério.
Ela abanou a cabeça, fazendo reluzir os brilhos no cabelo.
– Apenas que é gigantesco e que ele não vai parar diante de nada para o obter.
– Já reparei.
– Contudo, eu sabia que não sabias nada sobre isso – comentou, num tom prático. – Ter-lhe-ias dito se soubesses. Qualquer um o teria feito… para não morrer afogado em óleo.
Por fim, uma afirmação franca… com a qual podia concordar.
– Pareces saber tanto sobre mim. Acho um pouco injusto que nem sequer saiba o teu nome – observei, na esperança de que a conversa sincera continuasse.
Estava a ser cuidadoso, pois não a queria assustar. Estava em dívida para com ela, por ter desligado a bomba de óleo… e havia tantas perguntas que precisava de fazer. Não só sobre Sligo e o que ele sabia sobre o meu pai, mas sobre ela. Tinha-me ajudado e salvado a minha vida, mas o que estava a fazer com Sligo? Não a conseguia perceber. Era completamente diferente das miúdas que eu conhecia da escola. No entanto, embora estranhíssima, era companhia e sabia bem ter alguém com quem falar… alguém que não me estava a tentar matar.
– Digo-te o meu nome quando lá chegarmos – replicou.
– Chegarmos onde? Pensei que só estávamos a fugir.
– Agora és tu quem me vai ajudar.
– Ai é? Bastava teres pedido a minha ajuda – sugeri.
– Ninguém gosta de ser mandado, especialmente por uma miúda sem nome.
Com uma mão na anca, ela fixou em mim um olhar intenso.
– Está bem. O meu nome é Winter – disse. – Winter Frey. Contente?
– Belo nome – respondi.
– O belo combina comigo – retorquiu.
Estava a tentar lembrar-me de uma resposta espirituosa quando um carro virou para uma rua à nossa frente, a aproximadamente um quarteirão de distância. Não esperei para ver se era o Subaru negro; simplesmente, agarrei na mão da Winter e puxei-a para fora do passeio e para um caminho de acesso cheio de arbustos. Soltei-a, não sem antes reparar numa tatuagem diminuta de uma ave no interior do pulso esquerdo. Ela afastou a mão rapidamente, cruzando os braços num gesto protector, e baixámo-nos ambos, comprimidos um contra o outro, a deitar espreitadelas enquanto o carro passava lentamente por nós.
– O carro do Sligo – sibilou.
Aguardámos, escondidos na escuridão, até termos a certeza de que o carro tinha desaparecido. Winter olhou em redor.
– Vamos.»
terça-feira, 15 de março de 2011
Em Abril!
Atenção! O texto abaixo poderá conter spoilers para quem ainda não leu o livro Março.
...
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Nós avisámos!
...
...
Agora está por sua conta!
...
...
Callum Ormond foi avisado.
Ele tem 275 dias.
A contagem decrescente continua...
Uma perseguição trepidante corre mal e deixa Cal exposto ao gangue de Oriana. Se for capturado, toda a esperança de resolver a Singularidade de Ormond e ter uma vida normal desaparecerá de novo. Ele precisa de fugir, mas como pode deixar um homem inocente afogar-se?
Se Cal sobreviver, terá de decifrar o Enigma de Ormond e arriscar sair da clandestinidade para impedir os médicos de desligar as máquinas que mantêm viva a sua irmã mais nova. Mesmo que Cal resista até 31 de Dezembro, será que a sua família alguma vez vai voltar a ser a mesma?
O relógio não pára… Cada segundo pode ser o último…
Uma aventura de cortar a respiração!
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Nós avisámos!
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Agora está por sua conta!
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Callum Ormond foi avisado.
Ele tem 275 dias.
A contagem decrescente continua...
Uma perseguição trepidante corre mal e deixa Cal exposto ao gangue de Oriana. Se for capturado, toda a esperança de resolver a Singularidade de Ormond e ter uma vida normal desaparecerá de novo. Ele precisa de fugir, mas como pode deixar um homem inocente afogar-se?
Se Cal sobreviver, terá de decifrar o Enigma de Ormond e arriscar sair da clandestinidade para impedir os médicos de desligar as máquinas que mantêm viva a sua irmã mais nova. Mesmo que Cal resista até 31 de Dezembro, será que a sua família alguma vez vai voltar a ser a mesma?
O relógio não pára… Cada segundo pode ser o último…
Uma aventura de cortar a respiração!
sexta-feira, 11 de março de 2011
Hoje à venda - Março!
Encurralado, com um comboio a vir na sua direcção, as hipóteses de sobrevivência de Cal são reduzidas. A polícia e os gangues são implacáveis – querem-no atrás das grades… ou morto.
A parada está a subir, mas as pistas para a Singularidade de Ormond só conduzem a mais puzzles, e a novos perigos.
A cada passo que dá, Cal sente-se mais frustrado, sem conseguir encontrar as respostas de que tanto precisa. Haverá alguém em quem possa confiar?
O relógio não pára… Cada segundo pode ser o último…
Já disponível numa livraria perto de si!
sexta-feira, 4 de março de 2011
As capas de Conspiração 365 até Junho...
terça-feira, 1 de março de 2011
Faltam 9 dias... para o 3.º volume sair!
Ainda só vamos em Março, mas Cal já escapou a ataques de tubarões, de rufias, de um leão e a vigaristas bastante duvidosos. Será que a sorte vai continuar a acompanhá-lo?
Não perca, o relógio não pára, cada segundo pode ser o último...
«Na escuridão cerrada conseguia ouvir a minha própria respiração a acelerar...»
Não perca, o relógio não pára, cada segundo pode ser o último...
«Na escuridão cerrada conseguia ouvir a minha própria respiração a acelerar...»
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Um sujeito, também ele foragido, ajuda Cal a escapar mais uma vez da morte e das autoridades que o perseguem constantemente. Consegue finalmente encontrar-se com a enfermeira que cuidou do seu pai e que alega ter informações importantes para lhe transmitir. No entanto, o encontro não é pacífico. Cal confronta-se com os criminosos que o têm perseguido e vê-se rodeado de víboras. Consegue enganar mais uma vez a morte e continuar a investigação, que o leva novamente a mais perigos e perseguições.
Cal sente-se frustrado, cansado e só, apenas quer cumprir os desejos do seu pai, mas ainda pouco descobriu e nem sequer sabe em quem confiar.